domingo, 13 de fevereiro de 2011

prisioneiro da vida

Sou prisioneiro da vida, algemado pelo tempo... a Liberdade? essa guardo-a no peito, junto com cada sentido e cada sentimento.
É mesmo confuso, é mesmo estranho, as pessoas que pensamos conhecer a qualquer momento revelam-se estranhos, desconfiados, implicantes, imaginativos, mas alucinados... conseguem imaginar-nos a fazer coisas de outro mundo e pensam que somos totalmente diferentes daquilo que nós somos. E mesmo da imagem que pensamos que tem de nós, é triste, é triste e confuso, quem mais gostamos é quem mais nos magoa, mais nos desilude e acima de tudo, quem menos nos entende.

Porque é que não posso ser apenas eu? Porque é que não me largam da mão?
Sinto-me preso por acções cometidas por pessoas que me são muito importantes, perpétuamente por amor e pelo destino, escondido por tristezas e amarguras, mas irei sair daqui quando arranjar oportunidade de fazer a minha vida sorrir e quando me sentir aliviado e realizado.

Um dia vou parar no tempo, na vida, no mundo..
Vou olhar em frente e ver o horizonte, vou libertar-me e sentir-me como um pássaro livre.
Vou sentar-me nas rochas, fechar os olhos e ouvir o mar.
Vou lembrar-me de tudo e todos, até mesmo do mais improvável.
Porque a realidade é, cada um por si só e não um por todos e todos por um.
Quem não sente, não sabe, não entende... Mas acreditem que quando menos esperarem, vou olhar para o mar e para o mundo de maneira diferente.


Texto escrito por:
Patrícia Carriço e Beatriz Mouro
13 de Fevereiro de 2011

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