" Há quem diga que devemos aproveitar a vida o máximo possivel, viver cada dia como se fosse o ultimo, deixar para trás o passado, pensar no futuro mas não viver em função a ele e viver o presente alegremente.
Não sabemos o que acontecerá daqui a umas horas, dias, semanas, meses, anos, mas tudo pode acontecer por isso também dizem que devemos fazer aquilo que mais gostamos, independentemente daquilo que os outros pensam ou dizem.
Não sabemos o que acontecerá daqui a umas horas, dias, semanas, meses, anos, mas tudo pode acontecer por isso também dizem que devemos fazer aquilo que mais gostamos, independentemente daquilo que os outros pensam ou dizem.
Dos únicos momentos em que me sinto verdadeiramente feliz e completa é quando estou a dançar! É a dança que me faz esquecer tudo, incluindo os problemas. É a dança que me faz levantar do chão. É a dança que me faz continuar. A dança é sem dúvidas, um refúgio! Quando danço, expresso todos os sentimentos que tenho sejam de revolta, de tristeza, de felicidade, de ansiedade, de angústia, etc. Quando danço transmito segurança e confiança. Quando danço sinto-me feliz e bem comigo mesma. Quando danço para o público deixo a timidez de parte e dou o meu melhor, sempre com um sorriso na cara.
Dançar é mais do que mexer ao ritmo da música, é fazer parte da própria música. A dança é isto e muito mais. É como todos os sentimentos fortes, não há palavras suficientes que a descrevam e expliquem o significado enorme que a dança tem na vida das pessoas.
Posso não ser das melhores, mas sei que não nasci para a vida, nasci para a dança, mas a dança é vida!!! "
Dançar é mais do que mexer ao ritmo da música, é fazer parte da própria música. A dança é isto e muito mais. É como todos os sentimentos fortes, não há palavras suficientes que a descrevam e expliquem o significado enorme que a dança tem na vida das pessoas.
Posso não ser das melhores, mas sei que não nasci para a vida, nasci para a dança, mas a dança é vida!!! "
« Dançar é sentir, sentir é sofrer, sofrer é amar. Se tu amas, sofres e sentes. Dança! »
Escrito por: Patrícia Carriço
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